17 de maio de 2007

O Cinema Vermelho - The Red Movies

De 18 de Maio a 1 de Junho o exhibition room dedida-se ao cinema soviético. Na abertura exibe-se Tri Pesni o Lenine (Três Canções Sobre Lenine) de 1934, considerado o filme mais pessoal e sentido de Dziga Vertov, para muitos o grande inventor do cinema moderno através do artíficio da montagem. Afinal, entre a propaganda política e o futurismo maiakowskiano estava a arte pura de fazer cinema!

From 18 of May to 1st of July the exhibition room is dedicated to the soviet movies. It opens with the 1934 motion picture Tri pesni o lenine (Three Songs about Lenine), appointed as the most personal and felt film of Dziga Vertov, for most people the great inventor of modern cinema because of the art of editing. After all, between politic propaganda and maiakowskians futurism was the pure art of making movies!

4 comentários:

AC disse...

És tu quem concorda que os ritmos das montagens do Vertov são um marco para o moderno, ou é o texto que o afirma?

OFF TOPIC
Sabado (amanha) vou à Cordoaria ver se me deixam fotografar a coleção de cartazes de cinema.
Se estiveres interessado apita.
Abraço

Blaze disse...

Sou eu quem concorda e o texto afirma-o como toda a história do cinema!

OFF TOPIC
Estaria muito interessado mas vou ter um f-d-s preenchido em Alcobaça. Sábado prof para jantar e domingo trabalho nos moinhos.
beijos e abraços.

Maria José Tavares disse...

tanta conversa, então e não dá pra ver o filme?

Blaze disse...

se a menina maria jose fosse atenta reparava que o filme está ai mesmo ao lado na secção exh room! Ai ai ai!

Biogram

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Lisbon, Lisbon, Portugal
Anthropologist, museum and art curator, started in 2006 a long-term visual conceptual project: a work in progress that includes single-channel video, film, explorations of archive footage, experimental movies and conceptual photography. The art project materializes visual experiences involving original footage or the re-treatment of moving images and also the use of soundscapes. Basically, the conceptual outline goes from the political visual essay (violence in history) to a deeper more introspective way, like expressing the Freudian psychoanalysis or going into Nietzsche’s philosophy. Aesthetically is inspired in two close-related modern and post-modern movements: surrealism (language) and pop art (technique). It is also assumed a strong link – formal and informal – to the history of cinema.