Os livros por ordem de pilhagem, não por ordem de importância ou leitura (de baixo para cima): "City" de Alessandro Barrico - obra a inveredar pontualmente pelo western de um autor que me continua a surpreender - leituras e notas para o projecto W (video-western experimental);
"Da Terra à Lua"de Jules Verne - pelo simples e puro gozo (A. ficaste-me com a viagem à lua do Cyrano de Bergerac);
"Diário da Guerra aos Porcos" de Adolfo Bioy Casares - Borges disse um dia deste seu amigo que tinha escrito o romance perfeito (em a "Invenção de Morel), eu contínuo a percorrer a sua escrita religiosamente (inspiração para as minhas "Histórias de Punhal");
"Meridiano de Sangue" de Cormac McCarthy - romance western apocalyptico do maior escritor americano do momento, simplesmente genial, o que me obriga a retardar sucessivamente o fim da leitura- leituras e notas para o projecto W (video-western experimental);
"Paris Nunca se Acaba" de Enrique Villa-Matas - interlúdio para as minhas viagens a Paris (o primeiro Villa-Matas com sabor a desilusão)
"Diário de un Génio" de Salvador Dali - continuo a perseguir Dali onde quer que ele se encontre;
"A Saga de Gösta Berling" de Salma Langërlof - vi e tive curiosidade de o levar, mais pela ligação da obra e da autora ao cinema sueco mas ainda não o comecei a ler verdadeiramente (a capa com a imagem de Greta Garbo no filme de Mauritz Stiller tornou-o irresistível),
"A Missão das Fronteiras" de Gilles Lapouge - um dos meus autores favoritos nesta demanda pela tentativa de marcar a fronteira numa amazónia e Terra de Vera Cruz ainda dominada pelos portugueses;
